quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Procrastination

I do it right.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Foda-se mais o caralho do tempo e da constipação...

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

-É o fim do mundo.
-De cuecas.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Três da manhã

Sempre três da manhã...

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

I know that she's playing with me

But that's ok cause I've got no self-esteem.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Gotta get your groove on!

Como já sabem, sou, com muito orgulho, baixista, ou seja, toco o instrumento mais awesome do mundo. Logo, eu sou awesome. Mas não estou aqui para dizer o que toda a gente já sabe. Vou falar-vos das vantagens de ser baixista.

  • O baixo é tão awesome que quando a corda parte, leva tudo a frente.
  • Quando a corda parte, podes usá-la para fazer um colar com um dente de javali/tubarão/jaguar para mostrar o quão awesome/kickass/badass tu és.
  • Quando mostras as cordas parecidas, as pessoas olham para ti com uma mistura de horror e admiração que um guitarrista nunca irá conhecer.
  • Um pequeno toque no baixo faz qualquer mulher gritar de entusiasmo. Baixo é sexy.
  • Basta um slam no Mi ou no Si para calar a plateia toda.
  • Se der para domesticar um guitarrista de modo a tocar uníssono connosco, o som fica awesome. (Se não der, toda a gente fica a saber que o guitarrista está a tocar ou demasiado depressa ou demasiado devagar).
  • O baixo é o instrumento mais facil de afinar, com excepção do vibrafone, que não precisa de ser afinado.
  • Com os calos de baixista, podes tirar as travessas do forno ou do microondas sem usar luvas. Toda a gente fica a pensar que és estranho, mas no bom sentido.
  • Quando tiras o baixo do gig bag, a resposta é um sonoro "whoaaa...". Os guitarristas só conseguem isso com cores berrantes.
  • O baixista já impressiona só ao ficar quieto no fundo do palco. Se dá dois passos para a frente numa passagem musical, o público fica doido e esquece-se dos outros membros.
  • Os bateristas adoram-nos.
  • As vocalistas amam-nos.
  • Os guitarristas invejam-nos.
  • Os pianistas tentam substituir-nos, sem sucesso.
  • O som do baixo é sexy.
  • A aparência do baixo é sexy.
  • As mãos do baixista são firmes
  • O baixista é sexy. ( Logo, eu sou sexy)
Por fim, a melhor de todas...
  • Os baixistas têm o comando da banda nas suas mãos. Se o guitarrista ou o pianista se enganam ou desafinam, no máximo ouve-se aquele barulhinho dissonante e um pequeno riso da plateia, mas o espectáculo continua. Agora, se o baixista erra, jasus... Podemos ver a expressão na cara das pessoas a mudar, toda a gente a tapar os ouvidos para não ouvir o grave ensurdecedor. Os membros da banda ficam pior que estragados: o baterista tenta continuar o ritmo num compasso quase impossível de acompanhar, frenético; o pianista baixa o volume e faz de conta que toca; o vocalista das duas uma, ou gagueja ou fica estático e o guitarrista tenta improvisar e acaba por cair no ridículo (como sempre...). O baixista, pessoa bastante responsável, pega no groove, manda com o polegar na tónica e puxa a oitava com o indicador. Toda a gente delira e o baixista, como sempre, é o maior. E awesome. E sexy.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Bah...

Não tenho tido pachorra nenhuma para actualizar o blog... Estes momentos têm sido mesmo daqueles em que a única coisa que apetece fazer é deitar-se em qualquer sítio (chão, terra, cama, sofá,tudo!) e simplesmente olhar para o vazio, para o infinito, e pensar... Só pensar... Pensar nos tempos onde tudo era mais simples,nos tempos dos baloiços e dos balancés,nos tempos onde não existiam preocupações, nos tempos onde um beijo da mamã curava todas as maleitas, nos tempos onde o vô contava as suas aventuras e desventuras da infância, nos tempos onde o papá era o maior e dava cabo de todos, nos tempos onde a comida da vóvó era a melhor do mundo... De repente, sinto o peso da realidade na minha cabeça. Os tempos simples sem preocupações são substituídos por tarefas atrás de tarefas, os baloiços e balancés estão enferrujados, os beijinhos da mãe são motivo de vergonha em público, tudo o que resta do meu avô são as doces memórias e o seu clarinete, o meu pai está demasiado estafado porque trabalha constantemente, e raras são as vezes que estou com a minha avó. Enfim, é como diz o magnânimo José Cid: "(...)o tempo que passou, não volta não.".



P.S.: Escusado será dizer, hoje sinto-me nostálgico.

P.P.S.: E quê? Iogurte!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Ashes to ashes, dust to dust

Aranha no tecto do meu quarto
?- 07/01/09

Bah...

Olhar para a aranha que está no meu tecto cansa...

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

All right!

I has blogspot! =D